Demissão de Oliveira Canindé no Remo é tão absurda quanto à de Josué

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Em um período um tanto tumultuado do futebol brasileiro, Belém tem aparecido no noticiário com ebulição peculiar. Depois de renúncia do presidente do Paysandu por ameaça de morte, o Remo mais uma vez demonstra falta de competência e equilíbrio em sua trajetória errante na Série C do Brasileiro.

O Brasil se surpreendeu, nessa segunda-feira, com a demissão do técnico Oliveira Canindé. Independente de Canindé ter até dado razão à diretoria, o fato é que o papel da cúpula é dar um mínimo de tranquilidade à comissão técnica para trabalhar. O agora ex-técnico remista não completou um mês no cargo, um absurdo para o futebol profissional.

E digo mais. Tão ou mais absurda quanto a saída de Canindé foi a demissão de seu antecessor Josué Teixeira. Teixeira foi dispensado depois de um empate com o CSA no Mangueirão, no qual a equipe alagoana conseguiu o gol da igualdade nos acréscimos do segundo tempo. Vale lembrar que, mesmo com aquele tropeço em seus domínios, o Remo figurava no G4 do Grupo A.

O novo técnico Leo Goiano pode até dar certo e levar o Remo para a Série B, mas a experiência recente mostra que troca constante de treinadores mais prejudica do que ajuda. E, cá pra nós torcedor azulino, a cúpula remista ainda não entendeu que o problema não é treinador?

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